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“Documentos não mentem, pessoas sim”: Baldoni critica Lively em processo
Brasil
Publicado em 22/02/2025

O advogado de Justin Baldoni, 41, não economizou críticas a uma emenda feita pela equipe jurídica de Blake Lively, 37, na ação da atriz contra o ator e diretor.

Em dezembro, a estrela processou seu colega de elenco no filme “É Assim que Acaba” por assédio e difamação, alegando que ele teria orquestrado uma campanha para destruir sua reputação em retaliação às queixas feitas por ela no set de filmagens.

Em resposta, Justin moveu uma ação contra o jornal The New York Times, que veiculou a denúncia de Blake, pedindo uma indenização de US$ 250 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão).

Agora, Bryan Freedman, representante legal do cineasta, afirmou que a nova queixa carece de provas concretas. “Sua emenda decepcionante à ação está repleta de ‘disse me disse‘ sem fundamento de pessoas não identificadas, que claramente não estão mais dispostas a se manifestar ou apoiar publicamente suas alegações”, declarou o advogado através de um comunicado.

Na petição atualizada, Blake alega que duas atrizes que fizeram parte da produção concordaram em testemunhar contra o diretor. Entretanto, Freedman voltou a declarar que Justin tem fornecido provas documentais que desmentem todas as acusações.

“Justin tem sido transparente ao disponibilizar evidências, documentos em tempo real e vídeos que mostram uma história completamente diferente daquela que foi manipulada e fabricada para a imprensa”, afirmou.

O advogado acrescentou que os depoimentos a serem colhidos nos próximos meses podem mudar o rumo do caso. “Como documentos não mentem, mas pessoas sim, os próximos depoimentos das pessoas que inicialmente apoiaram as falsas alegações da sra. Lively e daqueles que testemunharam seu próprio comportamento serão reveladores. O que realmente chama a atenção aqui é a falta de provas concretas da sra. Lively.”

Anteriormente, a equipe jurídica de Justin acusou Blake de “promover um circo midiático” em torno do caso.”[O desejo de Lively] de obrigar as partes a se defenderem em particular contra acusações feitas publicamente não é uma base adequada para uma restrição de manifestações. É uma manobra tática, e é ultrajante”, disse o profissional Kevin Fritzl, que também representa Justin e seus sócios no Wayfarer Studios.

Na ocasião, o advogado também declarou que as consequências do processo foram “completamente catastróficas”, e que Justin e seus parceiros comerciais “instantaneamente se tornaram alvos de desprezo e escárnio público”.

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